Deitei-me ao abrigo do escuro da noite,
Envolto pela brisa
Do verão que estava a findar,
Senti os últimos suspiros daquele mar
Imenso e longínquo, inundar-me a
Alma e alimentar-me suavemente.
Ouvi-te chegar de mansinho e
Sussurrar entre dentes, "Amor" e
Entretanto senti que te afastavas novamente.
Olhei uma vez mais o céu e vi,
Uma estrela desprender-se e cair
Deixando um rasto que rapidamente desapareceu,
Tornando o céu novamente um quadro quase imóvel.
Relembrei a palavra que me sussurraras ao ouvido,
Cerrei os olhos, soltei a respiração
Cruzei as mãos por cima do peito e
Lembrei de novo a estrela e
Quando acordei, estavas a meu lado
E sorrindo perguntaste :
Envolto pela brisa
Do verão que estava a findar,
Senti os últimos suspiros daquele mar
Imenso e longínquo, inundar-me a
Alma e alimentar-me suavemente.
Ouvi-te chegar de mansinho e
Sussurrar entre dentes, "Amor" e
Entretanto senti que te afastavas novamente.
Olhei uma vez mais o céu e vi,
Uma estrela desprender-se e cair
Deixando um rasto que rapidamente desapareceu,
Tornando o céu novamente um quadro quase imóvel.
Relembrei a palavra que me sussurraras ao ouvido,
Cerrei os olhos, soltei a respiração
Cruzei as mãos por cima do peito e
Lembrei de novo a estrela e
Quando acordei, estavas a meu lado
E sorrindo perguntaste :
- Por quem chamavas?
Eu sorri...
(...)