terça-feira, novembro 20, 2007

ETERNIDADE



Disseste-me para te esperar,e
Sentado naquele banco de madeira
No jardim da cidade fiquei
Á espera da tua chegada.

Sentado colhia suavemente os
Outonais aromas da folhagem que
Se iam desprendendo e soltando
Enquanto o chão a colhia delicadamente.

Aproximava-se a hora e incontidas,
Mãos e cabeça moviam-se
O coração batia descompassado enquanto
Teus passos em mim não ecoavam.

Subitamente, uma voz falou meu nome
E por entre a folhagem de um arbusto
Ví esconder-se um rosto, que desafiava
A imaginação e o corpo .

Levantei-me e não pude caminhar,
Ouvi-te afastar e dizer :

-Continua, vêm a mim !

O tempo e os tempos

Foi aqui, no tempo Enquanto sorvia o teu silêncio, que Reclinando a cadeira, somei Todos os tempos, que vividos Através da pausa dos sen...